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Publicado na Quinta, 11 de abril de 2019, 9h55
Shoppings ultrapassam escritórios e são ativos preferidos entre FIIs em 2018

SÃO PAULO - Os shopping centers já são mais que os escritórios em patrimônio líquido entre os ativos de fundos imobiliários listados na bolsa. É o que mostra um estudo realizado pela Uqbar, especializada em publicações e análises do mercado imobiliário.

Em 2018, os FIIs listados que investem em shoppings e atenderam ao critério de liquidez estabelecido pelo levantamento totalizaram 18, com R$ 7,5 bilhões de capitalização de mercado, número de negócios médio diário de 2.452 e taxa de ocupação média de 92,1%. No ano, a rentabilidade ou taxa interna de retorno (TIR) desses fundos foi de 7,4%.

Ao programa "Fundos Imobiliários", da InfoMoney TV, apresentado por Arthur Vieira de Morais, especialista em FIIs, Pedro Junqueira, sócio-diretor da Uqbar, afirmou que os escritórios renderam abaixo da média do mercado no último ano, enquanto outros segmentos, como os de shopping e logística, tiveram melhor desempenho. 

"Os shopping centers foram o segmento dentro dos FIIs que primeiro responderam à recuperação econômica em 2016 e 2017. Nesses dois anos, a rentabilidade desses fundos imobiliários, em comparação com a do mercado - que já foi alta - foi ainda maior", diz Junqueira. "Essa é a linha de frente da recuperação econômica; é o primeiro setor a responder a essa melhora na economia."

Segundo ele, a parte real do mercado imobiliário só está começando a melhorar agora - e a capital paulista está um pouco na frente de outras cidades, como Rio de Janeiro. "A inadimplência começa agora a cair em São Paulo. Está um pouco mais devagar do que o esperado, mas no caminho certo", diz.

O especialista explica que a alta que veio a partir do final de 2015 aconteceu pelo denominador, ou seja, pela queda da taxa de juros que era de 14,25% e foi para 6,5% a.a. - contribuindo como incentivo - e agora, o que sustenta essa expectativa do mercado imobiliário de continuar crescendo é o aumento do numerador, ou seja, dos fundos lucrarem mais e distribuírem mais rendimento. Confira a entrevista completa no vídeo acima.

Fonte: www.infomoney.com.br