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Publicado na Sexta, 05 de abril de 2019, 18h25
XP revisa carteira e troca quatro fundos imobiliários em abril

SÃO PAULO – A XP Investimentos decidiu alterar a maneira de analisar o mercado de fundos imobiliários e uniu em um só portfólio as recomendações com foco em geração de renda e em valor.

A partir da carteira de abril, a casa passa a ter uma meta de proporção por tipos de ativos. Lajes corporativas vão responder por 30% das posições, com uma preferência por ativos de alto padrão e situados nos centros comerciais mais valorizados da cidade de São Paulo. Segundo a XP, um cenário de baixa vacância e aumento nos aluguéis deverá resultar em ganhos expressivos tanto de renda quanto de capital.

Ativos logísticos, shopping centers e fundos de recebíveis aparecem na sequência, cada qual com participação de 20% no portfólio.

No primeiro caso, a XP ressalta a menor volatilidade pelo tempo curto de construção e pelos contratos atípicos da modalidade, resultando em uma renda mais estável e um menor risco no curto prazo.

Em relação aos shoppings, o ideal é apostar em fundos diversificados, com mix de ativos maduros e secundários, localizados nos grandes centros de consumo do país.
Os fundos de recebíveis, por sua vez, são tidos com alto rendimento e menor risco de perda de patrimônio. “São uma ótima alternativa para diversificação de risco”, aponta a XP, em relatório, ressalvando a perspectiva de menor rentabilidade desse tipo de fundo, em meio a inflação e juros menores no longo prazo.

Por fim, com 10% de alocação estão os fundos usados para “apimentar” a carteira, como de hotéis, fundo de fundos, educacionais e residencial, com bom potencial de alta e “certa volatilidade”.

Recomendações de abril

fiis_abril

O portfólio da XP conta com dez ativos, selecionados a parir de pouco mais de 30 fundos imobiliários. A regra é analisar qualidade (localização, concorrência), gestão (entrega de resultados) e potencial de longo prazo do fundo (aumento de patrimônio com diversificação, valorização das cotas e bom relacionamento com os cotistas).

“Para nós, fundos de agência têm todos call de saída. Fundos novos com escopo de serem monoativos nos atraem pouco”, diz a XP.

Dentre as mudanças promovidas na carteira para abril, a XP excluiu os fundos Hedge Brasil Shopping (HGBS11), que atingiu a cota-alvo; BC Fund (BRCR11), que não tem gerado bons retornos aos cotistas e cuja situação não deve se alterar por ora; TB Office (TBOF11), que tem sofrido com alta vacância; e Hotel Maxinvest (HTMX11), diante do aumento da volatilidade.

Já entre os FIIs que entraram no portfólio estão Valora RE III (VGIR11), que levantou R$ 69 milhões em uma segunda emissão; SDI Logística Rio (SDIL11), que tem como foco galpões logísticos e tem o potencial de incrementar seus rendimentos e distribuir dividendos melhores aos cotistas; Vinci Shopping Centers (VISC11), que tem o compromisso de pagar um dividendo de R$ 0,60 por cota no primeiro ano e dispõe de cerca de R$ 200 milhões para aquisição de novos ativos; e Vila Olímpia Corporate (VLOL11), cuja expectativa é de entrega de bons proventos, com ajustes de preços de aluguel de contratos que estão para vencer.

O Ifix, índice referencial dos fundos imobiliários negociados em bolsa, teve alta de 1,99% em março e acumulou valorização de 5,58% no primeiro trimestre.

Fonte: www.infomoney.com.br